quinta-feira, 28 de junho de 2012

Cultivo Caseiro - Colheita, Secagem e Cura


A colheita, a secagem e a cura de uma planta de cannabis madura são o clímax da experiência de plantio, e os últimos passos na proclamação da independência do mercado negro.
Apesar destes serem os últimos passos, são os mais críticos para o produto final. A colheita, por exemplo, dependendo da habilidade do cultivador em julgar a maturidade da planta, pode diminuir ou aumentar decisivamente os níveis de THC, assim como os níveis de CBN e CBD.
A cannabis é colhida quando as flores estão maduras. A melhor indicação de maturidade é a cor dos pistilos das flores. Durante o curso do período de florescimento, esses pistilos começam a morrer e dependendo da espécie da planta, modificam suas cores para tonalidades de marrom, laranja etc. Muitos cultivadores escolhem colher a planta quando 60 a 75% dos pistilos ou "pêlos" mudaram de cor. O tempo ideal de colheita varia de acordo com a espécie de cannabis, então a melhor forma de saber a hora de colher é através da experimentação. Tente colher amostra das flores durante períodos diferentes durante o florescimento (Uma com 6 semanas, outra com 7 semanas, etc) para determinar qual o melhor período de sua escolha.
Quando colhidas antes do tempo, as flores de cannabis contém baixa concentração de CBN e CBD, porém mantendo alta concentração de THC. Para alguns, as flores imaturas são desejáveis por manterem altas doses de THC, provocando uma onda "pra cima" e cerebral.
Quando colhidas em estado mais maduro, os níveis de THC caem e aumentam os níveis de CBN e CBD. Essa flutuação causa uma onda mais introspectiva e chapada. Travado no sofá é bom já ter a comida da larica preparada...
O produto final da planta depende diretamente da sua escolha do período de colheita, nutrientes que você forneceu durante a vida de sua planta, o tempo vegetativo permitido, mistura de solo/solução hidropônica usada, e muitas outra variantes. Tenha em mente que um "camarão" pesa mais quando totalmente maduro e recém colhido. Após a secagem e cura apropriada a média de perda de peso pode chegar a 75% do peso original.
Por impaciência, a maioria dos cultivadores novatos querem colher flores cedo. Tudo bem! Certifique-se, porém, de colher flores do meio pra cima da planta. Permita ao resto, continuar a maturação. Frequentemente o topo da planta atinge a maturidade primeiro, colha isso e permita o término da maturação. Você notará as flores inferiores se tornando maiores e mais resinosas ao atingir a maturidade completa. A produção de um modo geral pode ser aumentada dessa forma, ao permitir que os galhos inferiores recebam maior quantidade de luz e por isso mais atenção dos processos químicos internos da planta.
Use uma lente de aumento e tente ver os tricomas entroncados (pequenos cristais de THC sobre a flor). Se a maioria estiver clara, e não marrom, o ápice do buquê floral está próximo. Quando a maioria desses tricomas atingirem uma coloração marrom, os níveis de THC estarão caindo e a flor estará perdendo potencial, declinando rapidamente com a exposição à luz e ao vento. Não colha tarde de mais! Observe as plantas e aprenda o tempo ideal de colheita no ápice da potência floral.
A manicure costuma ser a parte mais tediosa do processo de cultivo. É o ponto onde você remove todo o excesso de folhas e galhos indesejados de suas flores. Pode ser feito de duas formas, com a planta seca ou ainda verde. A manicure verde costuma ser mais limpa, com as folhas ainda húmidas não se faz muita sujeira, enquanto a manicure seca pode virar um chiqueiro.Utilize um par de tesouras ou alicate afiado e limpo para remover o excesso. Comece pelas folhas maiores e movendo gradativamente para as menores, para facilitar o serviço.Algumas pessoas costumam cortar em volta da flor como se estivessem fazendo um corte de cabelo, deixando apenas a "pepita" de THC.


Não seque as flores de cannabis ao sol, esse processo reduz a potência dos "camarões". Seque lentamente suas flores pendurando-as ou deitando-as em uma área ventilada, é só o que é preciso para assegurar uma grande sensação. A Flor é muito mais agradável ao paladar quando secada vagarosamente durante algumas semanas, dependendo da densidade das flores. As mais gordas e pesadas levam mais tempo.



Se você não resistir e a pressa falar mais rápido, você pode secar uma pequena quantidade entre folhas de papel ou saco de papel (Ex: saco de pão) no microondas. Fique de olho para não tostar as bichinhas. Apesar de conveniente, o resultado final será um fumo amargo e áspero de gosto desagradável, já que a clorofila não teve a chance de se transformar em amido e açúcar.
Uma boa indicação de um "camarão" bem seco é o caule. Se você puder envergar um pouco o caule antes dele quebrar, é sinal que a flor está pronta para cura. Essa é outra fase crítica da experiência de cultivo. Uma flor bem curada é muito mais potente do que uma que não foi curada.

Seguindo um processo simples pode se conseguir um ótimo sabor de fumo e uma viagem inesquecível. Jarras de vidro, latas de metal ou Tupperware, além de outros potes podem ser usados para curar suas flores. Coloque as flores propriamente secas no pote de sua escolha e deixe descansando em um lugar fresco e escuro. Remova a tampa do pote diariamente e vire as flores, permitindo que o dióxido de carbono escape. Repita esse processo por cerca de 2 semanas, o até alcançar o gosto e/ou potência desejados.
Finalmente, assegure-se de manter as suas flores secas e curadas longe da exposição de calor ou luz. Fazendo isso você terá a garantia de longa vida de sua própria colheita! Boa Sorte!



quarta-feira, 27 de junho de 2012

Descriminalização do Cultivo Caseiro de Cannabis para Consumo Próprio

Todos os anos, dezenas de brasileiros são detidos pelo cultivo caseiro de pés de maconha para consumo próprio, criminalizando as pessoas erradas. O Supremo Tribunal Federal vai julgar este ano a inconstitucionalidade do uso de drogas para consumo próprio como crime. É a nossa chance. Assine a petição agora e envie para todos!

Por que isto é importante

As frequentes detenções, tanto de usuários como de pessoas que cultivam alguns pés de maconha em suas casas para se abastecer, falam desse limbo jurídico e do espaço entre o que diz a lei e a forma como ela é aplicada pela polícia. Porém, as frequentes liberações dessas pessoas também evidenciam que, passo a passo, o que está escrito começa a passar do papel à prática.

Apesar do clima de debate não só no Brasil, mas no mundo inteiro, diante da falta de vigência do modelo proibicionista, existem dois desafios principais no Brasil: o primeiro e mais profundo no nível cultural, e o segundo no nível legislativo.

A defesa do autocultivo é simples e convincente: usuário de maconha, maior de idade, cidadão responsável que deseja usar cannabis, planta para si próprio e se compromete a não vender, evitando o contato com traficantes, deixando de subsidiar o crime organizado
Ao invés de concentrar tempo, dinheiro e energia no tratamento de dependentes químicos, o governo insiste em criminalizar os consumidores. Países como Espanha e Portugal já possuem políticas públicas que descriminalizam o uso da maconha e focam seu trabalho no real combate ao tráfico, e os resultados são incríveis. Dez anos depois da descriminalização em Portugal, o uso de drogas baixou 50%. Vamos agarrar essa oportunidade única para virar uma das páginas da letal e sem sentido guerra às drogas e dar início a uma era de políticas de drogas mais humana e efetiva no Brasil.


terça-feira, 26 de junho de 2012

Cultivo Caseiro - Determinando o Sexo da Planta



As flores masculinas geralmente aparecem uma semana antes das flores femininas. Saiba que só as flores femininas produzem THC suficiente, então se sua planta for masculina não adianta tentar fumá-la! Use-a de enfeite...
Então quando aparecerem as primeiras flores, você terá que ficar atento para saber se são masculinas ou femininas. As flores masculinas parecem com pequenos cachos enquanto que as femininas produzem minusculos' cabelinhos' brancos espetados.


A flor acima é feminina , abaixo estão as primeiras flores que aparecerão , a direita a flor feminina e a esquerda a masculina.


Se começarem a aparecer flores masculinas, arranque-as todas para queestas não fecundem as flores masculinas e seus camarões produzamapenas sementes.

Se Você quiser umas sementes, deixe algumas flores masculinas para queelas fecundarem algumas flores femininas que aparecerão uma semanamais tarde.

Esperar sua planta ficar carregada de camarões e então repare na coloraçãodos fiapinhos nas flores femininas. Inicialmente eles são brancos e com otempo começam a adquirir uma coloração avermelhada ou marrom.

Obs.: Se não aparecerem as flores femininas, plante outro pé pois o seu éum macho! Se aparecerem ambas as flores, sua planta é hermafrodita. Issoé bom porque 100% das sementes que esta planta produzir serão femininas




HempNews - Casa é feita de maconha e palha

Arquitetos dizem que imóvel construído com fibra de cânhamo é capaz de aguentar até furacões 
Arquitetos de uma universidade inglesa acabaram de inventar uma casa feita de palha e fibras da planta de maconha. Segundo o jornal britânico Daily Mail, após desenvolver o material com estas matérias-primas e montar a casa, os pesquisadores fizeram testes e comprovaram que o imóvel é forte ao ponto de aguentar um furacão. 

Os arquitetos brincam e dizem que esta casa coloca a baixo a história dos três porquinhos, na qual o lobo derruba a casa feita de palha apenas com um sopro. A casa foi desenvolvida em uma parceria entre a University of Bath, na Inglaterra, e o escritório de arquitetura ModCell. Juntos, os profissionais pesquisaram as possibilidades que a palha traz como material de construção sustentável.

Além de testar a casa contra furacões, os pesquisadores colocaram o imóvel em situações de alta e baixa temperatura e tremores. Desde outubro, o protótipo vem sendo estudado, mas só agora foi apresentado ao público. 

Ciencia x Repreção - part.1 : Caso Pedrada



A cannabis é uma planta que por milênios teve seu uso medicinal e industrial (comercial) liberado como qualquer outra planta, sendo ate disciminada por vários países pelas maiores potencias mundiais da época.
Países como a Inglaterra, Espanha, Franca e ate mesmo nossos colonizadores portugueses usavam a cannabis e seus derivados de diversas formas e isso não incomodava ninguém , ate mesmo seu uso recreativo era desprezado pela população e governantes.

Porem apos anos de proibição o assunto novamente volta a tona , a proibição da cannabis tem causado danos imensos a sociedade , principalmente em termos de saúde e segurança publica.

Na véspera do jogo Brasil x Holanda na Copa do Mundo de 2010 o baixista da banda Ponto de Equilíbrio, Pedro Caetano, 29 anos, foi preso por cultivar dez pés de maconha em sua casa.

Adepto da religião rastafári, seita de origem jamaicana que faz uso da droga em seus rituais, Pedro fora enquadrado como traficante por causa da ambiguidade da lei 11.343, de 2006, que não determina a quantidade exata de droga que separa usuários e fornecedores. E por isso ficou 14 dias na cadeia. A história teria sido mais uma nas páginas de jornal se não tivesse esquentado uma discussão que começava no meio científico, sobre a legalização da maconha no Brasil. O tema veio à baila diversas vezes desde que a Organização das Nações Unidas (ONU), em 1961, aconselhou todos os países signatários a proibi-la. A diferença é que, desta vez, os debatedores foram inéditos.

Em vez de políticos ou artistas com ideais liberais, quem levantou a bandeira da legalização foram quatro dos cientistas mais respeitados do Brasil: Stevens Rehen é diretor adjunto de pesquisa do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); João Menezes, neurocientista com Ph.D. no Massachusetts General Hospital e na Harvard Medical School, nos Estados Unidos, além de professor da UFRJ; Cecília Hedin, neurocientista e doutora em biofísica, divide com Menezes a direção do Laboratório de Neuroanatomia Celular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ; e Sidarta Ribeiro, Ph.D. em neurociências pela Universidade Duke, nos Estados Unidos, é chefe do laboratório do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

A questão levantada pelos cientistas se resume em três pontos. No primeiro, argumentam que o que é proibido não pode ser regulamentado. A maconha vendida no mercado ilegal é mais nociva para a saúde de quem consome, uma vez que a erva pode ser misturada com outras substâncias mais pesadas, como o crack. O segundo ponto é o de que a Cannabis sativa (nome científico da maconha) pode ser usada como remédio no tratamento de diversas doenças. O terceiro, e principal ponto da argumentação, diz que a droga faz mal ao corpo - mas não tanto quanto já se pensou - e que esse problema é bem menor quando comparado aos males que seu comércio ilegal causa à sociedade. "Precisamos discutir o que é 'menos prejudicial': os efeitos da maconha no indivíduo ou a violência associada ao tráfico", diz Rehen.

Com esses argumentos na cabeça, os quatro neurocientistas publicaram no jornal Folha de S. Paulo, em julho, uma carta que criticava a prisão de Pedro Caetano. Diziam que a política de proibição da maconha é mais danosa do que seu consumo. Causaram polêmica. E inauguraram um debate incitado pela troca de artigos (ao todo quatro, dois a favor e dois contra, até o fechamento desta edição) a respeito da legalização da maconha, publicados no mesmo jornal. A discussão foi adiante e chegou-se ao ponto de questionar se esses profissionais deveriam marcar posição em questões sociais. "É comum o cientista achar que não é seu papel participar desses debates, sem perceber que sua disciplina é, muitas vezes, utilizada para justificar políticas públicas", afirma Menezes. "Muitos se julgam neutros, mas raramente um de nós de fato é."

Do lado de quem é contra a legalização, as principais preocupações passam pelo aumento do consumo da droga, pela descrença de que a legalização diminuiria o tráfico e pela falta de preparo do sistema de saúde pública para atender os usuários. "Sou contra qualquer mudança de política que tenha a chance de aumentar o consumo da maconha", diz o psiquiatra e pesquisador Ronaldo Laranjeira, que assinou as cartas-réplicas publicadas na Folha com sua colega no Instituto Nacional de Políticas do Álcool e Drogas, a psiquiatra Ana Cecília Roselli Marques, doutora em ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Laranjeira, que tem no currículo um Ph.D. em psiquiatria pela Universidade de Londres, na Inglaterra, é professor da Unifesp.
 
CANTEIRO DE ERVAS | Como uma plantação no quintal rendeu 14 dias de cadeia
Era uma quinta-feira, por volta das nove da manhã. Pedro Caetano saiu de casa, caminhou pela rua sem asfalto do bairro Engenho Mato, próximo à praia de Itacoatiara, em Niterói (RJ). O guitarrista da banda de reggae Ponto de Equilíbrio escolheu esse lugar afastado na cidade para viver com sossego. Comprou um terreno, construiu uma casa. "Aqui não chega água encanada, mas a polícia chegou", diz. Naquela manhã de 1º de julho de 2010, Pedro cruzou com duas viaturas policiais no final da rua. Uma delas parou para revistá-lo. "Tomei a dura. Aí, um policial recebeu um chamado no rádio e me falou: 'vamos para sua casa, temos uma denúncia'. Na hora eu já sabia o que era", afirma Pedro. Há cinco anos, o músico plantava maconha para consumo próprio. Quando morava em apartamento, fazia o cultivo em estufas. Depois que construiu sua casa, passou a usar o quintal. Foi lá que os policiais apreenderam dez pés da planta Cannabis sativa já adulta e cerca de oito mudas. "Levaram até os vasos", diz. Na delegacia, o músico não foi interrogado. O delegado o enquadrou como traficante. Durante as duas semanas que passou encarcerado, Pedro chegou a ficar em uma cela com 70 pessoas. Foi solto quando o caso chegou à promotoria, que considerou o enquadramento de tráfico descabido e o mandou de volta para casa. "Na prisão, quando eu conseguia dormir, sonhava com minha vida lá fora."

sábado, 23 de junho de 2012

Cultivo Caseiro - CARÊNCIAS - EXCESOS

Todas as plantas necessitam absorver da terra 13 elementos minerais. São os nutrientes minerais essenciais. De tal maneira que se a terra não tivesse nada de qualquer de esses,a planta morreria, por isso todos são imprescindíveis.
Os 13 elementos essenciais são os seguintes:

MACRO NUTRIENTES - Estes os absorve em grandes quantidades,sobre todo os 3 primeiros.
MICRO NUTRIENTES - Estes os absorve e pequenas quantidades. A sua carência é menos frequente.

Nitrogênio ( N )
 Ferro ( Fe )
Fósforo ( P )
 Zinco ( Zn )
Potássio ( K ) 
Manganésio ( Mn )
Cálcio ( Ca )
 Boro ( B )
Magnésio ( Mg )
 Cobre ( Cu )
Enxofre ( S )
 Molibdénio ( Mo )
Cloro ( Cl )

Afortunadamente, em substratos sempre há de tudo, pelo menos alguns, embora em uns mais que outros. Quando plantemos em vasos deveremos usar um substrato abonado ou em todo caso regar periodicamente com um fertilizante liquido completo.Mesmo assim podem apresentar carências.

domingo, 17 de junho de 2012

Cultivo Caseiro - Fase de Floração




Para 'forçar' a planta a dar as flores você vai precisar dar a ela 12hs de luz e12hs de escuridão ININTERRUPTA! Se você estiver com sua planta ao sol,terá que esperar até passar o inverno para que ela dê flores, então faça uma reza, quem sabe...
Dentro de casa, o esquema de 12hs de luz é exatamente para simular inverno. Será após 2 ou 3 semanas neste regime que sua planta vai florear.Ueba!
Preste atenção, não é só a iluminação que vai mudar nesta fase, mas também a alimentação da planta. Reduza pela metade a quantidade de água da planta. Agora o melhor é usar o seu fertilizante com medidas ideais de 5-50-17, ou seja:
- 5% de Nitrogênio
- 50% de Fósforo
- 17% de Potássio
O uso de CO2,conforme descrito nas considerações finais deste texto, eh muito importante nesta fase da planta. Com isso você vai turbinar sua planta pra dar os mais belos camarões.
 Eles vão encher sua planta.Mas fique atento também às flores masculinas. Elas costumam aparecerantes das flores femininas (no caso de uma planta hermafrodita).
Flor da cannabis femea
Flor da cannabis macho